Amiguinhos Amados

domingo, 31 de janeiro de 2010

Bichinhos - O cão deficiente


Um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.

"Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse: "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"

O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou: "O que é que há com ele?"

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.

O menino se animou e disse: "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"

O dono da loja respondeu: "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: "Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total."

O dono da loja contestou: "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."

Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu: "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."

"Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que elas e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Bichinhos - Clicar na imagem para aumentar

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Bichinhos - Castração


A castração ainda é um assunto bastante polêmico para os proprietários de animais de estimação. Está associada à imagem de cães e gatos gordos e letárgicos, "cirurgia cruel", "mutilação do animal", etc.. É preciso desvendar o que há de falso e verdadeiro sobre a castração e entender bem quando ela é recomendada.

"A castração deixa o animal gordo"
Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso poderá ser mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.

"A castração deixa o animal bobo"
Falso. O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é conseqüência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração.

"A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!"
Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós-operatório bastante tranqüilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já estará ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma conseqüência maléfica para o animal que continuará a ter vida normal.

"A castração evita câncer na fêmea"
Verdadeiro. As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm chance bastante reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. A retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do órgão.

"O macho castrado não tem interesse pela fêmea"
Falso. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea no cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.

"Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa"
Verdadeiro. Uma característica dos machos é demarcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de um ano de idade, ele não demarcará território na fase adulta. A castração é indicada também para animais adultos que demarcam território urinando pela casa. Nesse último caso, pode acontecer de animais continuarem a demarcar território mesmo após a castração, pois já adquiriram o hábito de urinar em todos os lugares.

"Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria"
Falso. Ao contrário do que alguns pensam, a cadela não fica "frustrada" ou "triste" por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de câncer em glândulas mamárias, ela será 100% eficaz, segundo estudos, se feita antes do primeiro cio. O ideal é castrar o quanto antes.

Para que castrar os machos?
1. Evitar fugas.
2. Evitar o constrangimento de cães "agarrando" em pernas ou braços de visitas.
3. Evitar demarcação do território (xixi fora do lugar).
4. Evitar agressividade motivada por excitação sexual constante.
5. Evitar tumores testiculares.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).

Se levarmos em conta quantas vezes um animal macho terá oportunidade de acasalar durante toda a sua vida reprodutiva, seria mais conveniente diminuir sua atração sexual pelas fêmeas através da castração. O animal "inteiro" excita-se constantemente a cada odor de fêmea no cio, sem que o acasalamento ocorra, ficando irritado e bastante agitado, motivando a fuga de muitos. O dono precisa vencer o preconceito, algo que é inerente aos humanos apenas, e pensar na castração como um benefício para seu animal.

Para que castrar as fêmeas?
1. Evitar acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação.
2. Evitar câncer em glândulas mamárias na fase adulta.
3. Evitar piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas.
4. Evitar episódios freqüentes de "gravidez psicológica" e suas conseqüências como infecção das tetas.
5. Evitar cios.
6. Controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças transmissíveis aos descendentes).

É errado o conceito de que a castração só deve ser feita em cadelas de rua. Se o proprietário não tem intenção de acasalar sua fêmea, seja ela de raça ou não, é desnecessário enfrentar cios a cada 6 meses, riscos de gravidez indesejável e, principalmente, de doenças como câncer de mama e piometra. A castração garante uma vida adulta bastante saudável para as fêmeas e bem mais tranquila para os donos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Bichinhos - Carnaval


Os dias de folia estão chegando e neste período muita gente se prepara - seja para "curtir" o carnaval ou para fugir dele - para colocar o pé na estrada. Incluir o amigo peludo nessa programação pode ser extremamente divertido desde que alguns cuidados sejam seguidos. Responsável pela loja virtual Petsupermarket, o médico veterinário Márcio Waldman explica que nas viagens de carro, mais comuns neste período, o animal deve ser transportado da forma mais livre possível, para evitar que um quadro de estresse traga transtornos durante a viagem. “O animal também precisa estar acomodado de uma maneira que não coloque em risco a atenção do condutor do veículo”, alerta. “Para isso o mercado oferece acessórios que proporcionam segurança e conforto sem infringir as leis de trânsito vigentes”.


O Código Brasileiro de Trânsito impede que motoristas transportem seus animais à esquerda ou entre os braços e pernas. A infração, considerada média está prevista no inciso II artigo 252 e pode levar a uma multa de R$ 85,13 e perda de quatro pontos na carteira. Caso o animal seja transportado na parte externa do veículo, a infração se torna grave e o veículo é retido pelas autoridades.

Uma alternativa aos proprietários que desejam incluir os cães nos passeios de carroé a linha de grades Doggie Blockers. Composta por três modelos de grades que limitam o acesso do animal a um espaço determinado do carro, a linha Doggie Blockers se adapta a diferentes marcas de carros. Altamente resistentes e com acabamento de qualidade, as grades possuem pintura epóxi eletrostática, a mesma utilizada pela indústria automobilística, e pontas de borracha para evitar danos ao interior do veículo. “São desmontáveis e podem ser facilmente retiradas e guardadas, proporcionando praticidade para o consumidor”, explica Waldman.


Outra dica importante é manter a temperatura e a ventilação constante do veículo para evitar que a temperatura do animal se eleve. “Esse quadro ainda é pouco conhecido entre os proprietários, mas pode levar à morte. Os cães não transpiram e a respiração é a única forma de manter a temperatura do corpo”, esclarece Waldman. “Em situações de estresse e calor intenso o animal pode não conseguir realizar esse processo e ter hipertermia.” Para manter o fluxo de entrada de ar no automóvel sem correr o risco de o animal – e até mesmo uma criança pequena – colocar a cabeça para fora da janela o médico veterinário indica o uso da Pet Car Window Fence, uma grade flexível que se adapta ao vidro traseiro da maioria dos modelos de carros do mercado nacional.

Para manter o pet saudável:
· Confira se as vacinas do seu cão estão em dia;
· Reforce o controle de pulgas e carrapatos do animal para evitar infestações;
· Alimente o animal até no máximo três horas antes da viagem para evitar enjôos e vômito
· Antes de iniciar a viagem faça um passeio com o animal para que ele faça sua necessidades;
· Durante a viagem faça paradas a cada duas horas para que o animal se movimente e possa fazer xixi;
· Para manter a hidratação, ofereça água ao animal varias vezes e em pequenas porções;





Bichinhos - O seu gatinho vai viajar no Carnaval


O melhor a fazer é ter a caixinha de transporte com boa ventilação, não deixar o carro abafado, tomar cuidado e parar para dar água ao gatinho. Quando chegar nos locais muito cuidado para o gato não fugir... Em locais muito quentes os gatos ficam ofegantes durante a viagem.. Converse com um veterinário antes de viajar e pegue orientações.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Bichinhos - Falando, um pouco, sobre gatos


Educação: Sendo um animal de personalidade muito forte, é extremamente difícil educar o gato. Mas respeitando-o e sendo enérgico tem-se bons resultados. Fale de um modo convincente e um pouco ríspido e ele saberá que você não está permitindo algo. Diga não. Bata com a mão ou com um pano perto dele se ele teimar muito, para assustá-lo. Só não bata no gato. Nunca bata no gato. Se isso acontecer ele ficará terrível, muito mais teimoso, revoltado e irá se vingar destruindo coisas da casa ou correndo feito louco sem parar. Isso além do fato de que você irá levar um tempão para reconquistá-lo, pq ele passa a evitar o dono e fica deprimido. Definitivamente não bata no gato.

Gatos Não São Cães!: Uma coisa muito importante e que todos deviam saber é justamente a coisa mais óbvia: gato não é cachorro. Tem muita gente que não entende e não aceita isso! Então, quando o gato abanar o rabo, não quer dizer que ele está feliz. Muito pelo contrário: ele está muito nervoso (rabo abanando rápido: deixe o gato em paz) ou aborrecido e até mesmo atento a algo (abanando mais devagar). Respeite seu gato e entenda sua linguagem. Outra coisa que o difere dos cães é que eles não rolam no chão ou se urinam todo quando você chega em casa: o gato é muito discreto e elegante para isso. Ele mostrará sua felicidade miando, ronronando, se esfregando, te olhando nos olhos e com o rabinho bem de pé. Feliz.

Mito Ridículo - O Gato Só Gosta da Casa: Nada mais mentiroso. Só diz isso quem nunca teve um gato. Ele só não gosta de sair, não gosta de mudanças, não gosta de visitas. Gatos gostam da segurança e do silêncio do lar. E gostam só do dono. Existem gatos que morrem com a falta do dono, seja por falecimento deste ou por doação a estranhos depois da idade adulta do gato. Mais uma vez: gato não é cachorro. Só é preciso entender a linguagem felina.

Banhos: Gatos normalmente não precisam de banho. Existem veterinários que nem mesmo recomendam o banho. O gato é muito limpo e higiênico por natureza e se você quiser dar banhos nele será então preciso acostumá-lo desde filhotinho e dar banhos freqüentemente, para ele não "se esquecer" de como é um banho e dar escândalos ao receber um. Dois meses sem banho já deixam o gato assustado num novo banho. E muito banho faz cair os pêlos. E importante: nunca deixar entrar água nas orelhas nem lavar o rostinho.


Bichinhos - Coisas importantes sobre gatos



Ração: As melhores do mercado são as da Royal Canin e Purina Pro Plan. São caras mas garantem uma saúde perfeita, pêlos macios e também uma velhice sem problemas urinários, que são o maior medo de todo dono de gato. Gatos tem tendência a ter problemas renais e urinários, mas essas rações previnem muito bem o problema pois controlam o ph urinário. A ração pode ser deixada à disposição do gato o dia todo, numa quantidade que não falte durante o dia (caso você não possa estar em casa para ficar completando a tigelinha). Mas não coloque demais, pq os gatos costumam não querer uma ração que fique exposta muito tempo, pois ela perde o cheirinho. Por isso, feche bem o pacote de ração ao guardá-lo. Existem vários tipos de ração: para gatos gordos, para gatos velhos, para filhotinhos, para gatas gestantes ou amamentando, etc..

Unhas: Existem tesourinhas próprias para cortar a unha do gato. Ao cortar preste bem atenção para a parte rósea da unha, pois são as veias, e não devem ser machucadas; corte sempre mais à frente para evitar sangramento. Gatos de apartamento não devem ficar com unhas muito grandes pq isso os faz querer afiá-las o tempo todo, além de haver mais possibilidades de ferir o dono, e a ele mesmo, ser querer. Unhas grandes ficam enroscando nos brinquedos e atrapalham a vida do seu gato. Se você não conseguir cortar a unha dele, leve-o a uma BOA Pet Shop ou peça ao veterinário para que o faça.

Arranhador: É indispensável numa casa ou apto com gatos. Se você não der a ele o arranhador, ele vai usar o seu sofá, sua caixa de som, sua estante de madeira... Ele precisa do arranhador para afiar as unhas e também para marcar seu território. Gatos gostam muito dos arranjadores tipo poste, recobertos por carpete (não gostam muito dos de corda). Coloque-o à vista do gato, num local por onde ele sempre passe.

Brincar Mordendo e Arranhando: É assim que o gato brinca com você, não adianta tentar fazê-lo mudar de idéia. Mas ele morde de leve e na maioria das vezes usa pouco as unhas. Mesmo assim pode doer um pouco, mas não pense que ele está te machucando de propósito. Ele nunca pretende agredir o dono. Uma coisa boa para distrair o gato e evitar que ele queira ficar mastigando o dono é brincar com ele de jogar bolinhas. Ele sempre vai preferir correr atrás das bolinhas.

Brinquedos: Gatos adoram bolinhas feitas de meia fina de mulher, feitas de papel e também de plásticos de sacola de supermercado. Se você comprar pra ele bolinhas bonitinhas numa Pet Shop, é quase certo que ele não irá se interessar. Ele gosta de bolinhas "feitas em casa". Uma coisa que eles adoram e que você compra em Pet Shop são os ratinhos de pêlo de coelho e os ratinhos com Catnip (uma erva que os gatos amam desesperadamente). São a alegria absoluta dos gatos. Mas ofereça um brinquedo de cada vez; quando há muitos por perto, o gato se desinteressa por todos. E uma boa coisa é você ter uma cestinha no chão para guardar os brinquedos: o gato sempre irá até ela pra pegar o brinquedo que quiser.

Camas: Gatos gostam de lugares macios e limpos. Normalmente eles aceitam cestinhas de espuma próprias para gatos (preferem as que tem um teto, tipo cabaninha), mas pode ser que ele recuse. Gatos são imprevisíveis. Então se você não quiser comprar cestinhas uma boa opção pode ser casinhas de caixa de papelão, com janelas pra ele entrar, forradas com cobertorzinho. Também gostam de cestas de vime ou palha, sempre com panos macios para forrar (adoram o moletom tipo Soft). Uma coisa comum no gato é que ele se enjoa facilmente dos lugares, e os abandona por um tempo, trocando por outros. Uma solução é trocar a casinha de lugar, o que chamará a atenção dele de novo. Por um tempo.

Dormir na sua Cama: O gato, por adorar lugares limpos e macios, sempre terá como alvo a sua cama. A decisão é sua de permitir ou não que ele durma lá. Caso não queira o gato na cama, seja enérgico e o tire de lá dizendo NÃO. Como todo gato é teimoso, ele vai voltar, então não desista e se preciso bata o travesseiro na cama, perto do gato, para fazer barulho e assustá-lo, sempre dizendo pra ele não subir na cama. Gatos são muito inteligentes e precisam entender o que você não quer que ele faça.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Bichinhos - Diferença entre cães e gatos

Embora cachorros e gatos sejam animais de estimação muito comuns, as pessoas ainda têm dificuldade de entender que são espécies diferentes, e portanto, cada uma delas tem o seu próprio perfil de comportamento. Pensar que um gato deva se portar como um cachorro, é querer demais de um felino, um animal de temperamento muito mais independente. As diferenças já começam aí: enquanto a maioria dos cães é bastante submissa ao dono, os gatos, apesar de reconhecerem seus "senhores", agem de maneira própria, não respondendo de forma tão imediata como os cachorros. Independência é uma palavra que define muito bem o gato: ele atende ao dono se estiver com vontade. Já o cão está sempre pronto a acompanhar a família.

Uma outra diferença entre as duas espécies são os períodos do dia em que estão em plena atividade. Os cães dormem à noite, mas os gatos fazem isso de dia. Os hábitos do gato são muito mais noturnos, assim como fazem os outros felinos na natureza. À noite é o momento de caçar. É claro que um gato doméstico não tem essa necessidade, mas a maioria deles fica mais ativo nos períodos noturnos.

Os gatos, desde filhotes, procuram locais para fazer suas necessidades onde possam enterrá-las depois. Assim, basta deixar uma caixa de areia para gatos à disposição do bichinho que ele saberá reconhecer seu sanitário. Já os cães são bem mais "despudorados" e jamais se envergonham de seus dejetos, a menos que sejam repreendidos. Se não forem ensinados, qualquer lugar está bom para eles. Em ambas as espécies, os machos costumam marcar território com a urina. Os cães até podem ser treinados para urinar num determinado local. Já os gatos, dificilmente será possível convencê-los a não demarcar seu espaço, daí a necessidade da castração dos machos. A urina dos felinos tem um odor extremamente forte e persistente, podendo ser detectada à distância, ao contrário do cão.

No caso das fêmeas, também existem diferenças importantes. Ambas só acasalam durante os cios, mas esse período é distinto nas duas espécies. Cadelas têm cios a cada seis meses, eles têm duração de 15 dias e há sangramento na primeira semana. As gatas apresentam cios em intervalos e com duração muito variáveis e nunca ocorre sangramento. As cadelas são extremamente discretas durante o cio, se comparadas as gatas. Estas são difíceis de se manter se não forem castradas, em razão do barulho que fazem durante a época de acasalamento. Elas miam alto para atrair parceiros.

Você já deve ter ouvido a expressão "banho de gato", associada a um banho "mais ou menos" tomado. Os gatos são extremamente limpos e diariamente higienizam seus pêlos através da lambedura. Com isso, removem a pelagem velha e eventuais parasitas. Conseguem se manter limpos por muito mais tempo e sem odores. Já os cães... Parecem sentir um imenso prazer em se sujar e alguns adoram se esfregar em lixo, animais mortos e coisas sujas... Experimente dar banho em um cão e solta-lo no jardim. Ele irá esfregar-se na terra imediatamente. A razão dessa preferência dos cães por odores repugnantes a nós humanos é que os lobos, espécie da qual os cachorros descendem, procuravam disfarçar seu cheiro natural, esfregando-se em carniça de outros animais. Isso facilitava na hora de caçar, pois a presa não conseguia farejá-los. A herança genética continuou nos cães e muitos ainda fazem isso, para desgosto dos donos, que os preferiam cheirando à lavanda... Cachorros não gostam, mas toleram o banho. Gatos abominam a água!

No quesito alimentação, os felinos são exigentes e não comem qualquer coisa. Sua dieta deve ter altos níveis de proteína, daí a ração de gatos ser bem mais palatável que a dos cachorros. Estes, por sua vez, adotariam a mesma dieta de seus donos, se lhes fosse permitido. Algo nada recomendável. Para um cachorro, todos os alimentos são ótimos, por isso, é muito mais comum um cão sofrer uma intoxicação alimentar do que um gato. Os felinos cheiram o alimento e o analisam, depois o ingerem mastigando os pedaços. Os cães são afoitos e na primeira cheirada já abocanham a comida e não mastigam, engolem em pedaços grandes. Os cães comem exageradamente, enquanto os gatos, apenas o suficiente.

Embora existam tantas diferenças entre essas espécies, ambas são ótimas como animais de estimação. É preciso apenas compreender e respeitar o comportamento de cada uma delas, para que a convivência com o homem seja tranqüila e sem frustrações.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Bichinhos - A chegada do dono


Os cães podem pressentir a chegada do dono?

Basta você pisar no prédio e seu cachorro já está na porta do apartamento, abanando o rabo e esperando por você... Mas como ele sabe que você já chegou, se ele ainda nem te viu??? Será sexto sentido? Telepatia? Visão raio-x??? Na verdade, fatores mais lúcidos podem explicar esse comportamento. O olfato e a audição canina são muito superiores a do ser humano. Acredite: da corrente de ar vinda do vão do elevador o cão pode sentir nosso cheiro, assim como é capaz de ouvir e reconhecer o motor do nosso carro na garagem! O cachorro também consegue associar pequenos acontecimentos do cotidiano pra saber mais ou menos o momento do dia em que o proprietário chega. Por exemplo: ele pode relacionar o toque do sino de uma igreja à chegada do dono.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Bichinhos - Se você for capaz



SE VOCÊ FOR CAPAZ

Se você for capaz...
...de começar o dia sem cafeína;
...de enfrentar o dia sem estimulantes;
...de estar sempre de alto astral, ignorando todas as dores;
...de ficar sem reclamar e encher as pessoas com seus problemas;
...de comer a mesma comida todos os dias e for grato por isso;
...de entender que seus entes queridos estão muito ocupados para lhe dar atenção;
...de perdoar quando seus entes queridos descontam em você quando, por motivos pelos quais você não tem culpa, algo dá errado;
...de aceitar críticas e censuras sem ressentimentos;
...de ignorar a falta de educação de um amigo sem nunca corrigi-lo;
...de tratar amigos ricos e pobres da mesma forma;
...de enfrentar o mundo sem mentiras e trambiques;
...de vencer a tensão sem auxílio médico;
...de relaxar sem precisar recorrer ao álcool;
...de dormir sem precisar de remédios;
...de dizer honestamente que, do fundo do coração, não tem preconceitos religiosos, raciais ou políticos;

então, meu amigo, você é quase tão bom quanto seu cão.

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Bichinhos - As duas Pulgas


As Duas Pulgas

(Max Gehringer)



Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar. Daí nossa chance de sobrevivência quando somos percebidas pelo cachorro é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então contrataram uma mosca como consultora. Entraram num programa de reengenharia de voo e saíram voando.

Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam voo rapidamente.

Elas então contrataram o serviço de consultoria de uma abelha, que lhes ensinou a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu.
A primeira pulga explicou por quê:
- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou uma consultoria para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos. Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plástica?

- Não, reengenharia! Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI. Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo consultoria com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:
- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas? quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. Ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro, e então me disse:
- "Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança".

MORAL: Você não precisa de uma reengenharia radical para ser mais eficiente. Muitas vezes, a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Bichinhos - Gatos podem ser adestrados?


Gatos também podem ser adestrados?

Ao contrário do que muita gente imagina, é possível adestrar gatos. O bichinho inclusive, é um aprendiz privilegiado... A habilidade para aprender alguns comportamentos pela simples observação é mais acentuada e mais fácil de ser demonstrada no gato do que no cão. Apesar de mais independente que o cachorro, o gatinho também é capaz de aprender a obedecer a comandos

O nosso gatinho Xixo, por exemplo, está subindo menos em mesas, e quando sobe e alguém se aproxima, fica muito "sem graça"!!! Ele sabe muito bem que está fazendo algo errado.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Bichinhos - Velhice


Os nossos "Bichinhos" merecem atenção sempre, mas com a chegada da velhice a atenção deve ser maior ainda.
O tempo de vida dos cães varia entre 8 e 20 anos, mas podem viver ainda mais.
Quanto maior o porte, menor a expectativa de vida. Quando começam apresentar os sinais da idade: já não têm tanta disposição para brincar e dormem mais tempo.
Não é regra, mas alguns podem desenvolver doenças crônicas. Nessa fase, eles necessitam de mais atenção médico veterinária, alimentação adequada e cuidados especiais. Isso vai atenuar as conseqüências do avanço da idade e garantir uma vida saudável e feliz.
O envelhecimento do cão pequeno inicia aos 8 anos. Do animal de porte médio, aos 7. E de um grande o processo começa aos 6. Depois dessa idade, o risco de morte do cachorro duplica a cada ano ou a cada dois anos. E é nessa fase que o metabolismo do animal passa a funcionar mais lentamente, o que ocasiona o aumento de peso.
Outros problemas que o cão apresenta são:
- Redução do sistema imunológico
- Diminuição da resistência ao frio
- Decadência progressiva da função renal
- Aumento de casos de insuficiência cardíaca e hepática
- Pele mais flácida e pêlos esbranquiçados
- Dificuldades de digestão
- O cão pode ficar mais agressivo
Para ter um cão saudável
- Alimentação balanceada (seja ela a base de ração ou comida caseira)
- Aumento de fibras na alimentação
- Aumento de ingestão de vitaminas C e E (antioxidantes)
- Consultas veterinárias mais freqüentes
- Carinho, companhia e atenção, sempre
- Atenção especial aos banhos, que não devem ser dados em dias frios ou com água fria
Morte
- Só enterre um animal caso tenha certeza que está fazendo isso, no mínimo, a 35 metros de habitações, poços ou fontes, e com 35 cm de profundidade
- Cemitérios de animais são cada vez mais comuns e de preços variáveis. Há também serviço de cremação

domingo, 17 de janeiro de 2010

Bichinhos - Calor intenso



Alguns cuidados devem ser tomados para aliviar o calor dos "Nossos Bichinhos" neste verão de temperaturas acima dos 40graus!!

Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi-abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.

10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.

11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Bichinhos - Até que a morte nos separe!!


As pessoas podem decidir o que fazer de suas vidas, infelizmente os cães não podem.
Um amigo meu, que é veterinário, está cansado de receber ligações para a clínica:

Voz - Estou com um probleminha, será que vocês podem me ajudar?

É que eu vou me mudar para um apartamento e, lá no condomínio, eles não aceitam cachorro, depois ele já mordeu meu filho e quer atacar as pessoas, mas ele é ótimo... tenho um carinho enorme por ele e estou sofrendo muito porque vou ter que me desfazer dele.
Então eu gostaria de doar o Killer para alguém que ame os cães e sei que irá tratá-lo muito bem, vocês aí aceitam doações?

V - Infelizmente não podemos aceitar doações, procure a Sociedade Protetora dos Animais.

Voz - Eles não aceitam, se vocês não aceitarem vou ter que mandar sacrificar...

Isto dito em tom de ameaça!

O que pode um cão fazer quando não serve mais?

Em primeiro lugar, quando uma pessoa decide ter um cão, deve pensar muito bem, pois ele, supostamente, irá conviver com ela em torno de 10 a 12 anos. Claro que devemos pensar que essa união será até que a morte nos separe, mas não a eutanásia.

A Dor de Consciência

O primeiro passo é a doação! As pessoas tentam doar para quem certamente irá cuidar muito bem do seu "amado" cãozinho. Não fariam isso com seu próprio filho.

Algumas dessas pessoas, porque não dizer, a maioria, quer se desfazer do seu cão, e com razão, porque já teve problemas com ele. Ou ele mordeu alguém, ou os vizinhos estão reclamando, ou foi proibido na convenção de condomínio ou, simplesmente, o cachorro foi comprado para presente no aniversário do filho e o filho encheu o saco e não quer mais o brinquedo.

Traduzindo em bom português, em virtude de sua dor de consciência, a pessoa quer transferir o "problema" para outra pessoa. A outra pessoa vai aceitar e vai ter os mesmos problemas. Rapidinho esse cão será doado novamente.

Cada vez que um cão troca de dono, torna-se mais inseguro e, conseqüentemente, mais agressivo.

O fim dele, com certeza, será o sacrifício, termo abominável que serve para esconder o verdadeiro sentido do ato: execução sumária! Assassinato!

... e nós, humanos, ainda insistimos em classificar certos animais de "Assassinos".

O Humano Teme, o Humano Mata!

Sempre foi assim.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Bichinhos - Dicas para o seu bichinho não pular em você


Este é um problema muito fácil de ser resolvido, a dificuldade só existe quando os proprietários tentam corrigi-lo da maneira errada. Ao longo da convivência, os cachorros aprendem que pular nas pessoas é uma das melhores táticas para conseguir atenção. A maioria dos proprietários passa anos dando broncas no cão para que ele pare de pular e não entende por que ele não pára... A explicação é simples: quando o dono dá bronca no cachorro, também está dando atenção a ele. O grande truque é punir o cão sem lhe dar atenção. Por exemplo: quando chegar em casa e ele pular em cima de você, simplesmente ignore-o e continue andando. Só lhe dê atenção quando ele estiver com as quatro patas no chão. Repita o exercício várias vezes e ignore o cachorro completamente até que ele permaneça no chão, só então se agache e faça carinho nele. Uma outra saída é segurar as patas da frente do cão assim que ele pular em você. Espere um pouco até que ele se sinta incomodado. Segure firme, mas não o machuque. Comece a andar na direção do cão, obrigando-o a andar pra trás. Solte-o e diga “Chão” seriamente. O segredo é não falar nada e nem olhar para o cachorro até o momento de soltá-lo.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Bichinhos - "Sempre ao seu lado"


Quando Hachi, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Baseado em uma história real, Sempre ao seu lado, é um emocionante filme que todos , que amam os cães, com certeza iriam gostar.

"Sempre ao seu lado"

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Bichinhos -" Canilose"


As pessoas que trabalham fora durante o dia todo, impõem uma carga de stress a seus bichinhos. O cão que foi selecionado geneticamente para precisar de companhia é então abandonado durante a maior parte do tempo. A reação mais comum é a destruição de objetos domésticos como móveis, roupas sapatos. Quando o dono chega em casa, o cão solitário pode reagir de modo exagerado, pulando , correndo de um aposento a outro, urinando de modo incontrolável. Há também o número crescente de animais que se auto-mutilam, lambendo e mordendo seus próprios membros.

O tédio do confinamento imposto pelo homem pode pesar muito sobre os cães. Um meio de amenizar o isolamento de cães solitários é lhes proporcionar a companhia de outro animal, mesmo que de outra espécie. Quando os cães têm companhia, o tamanho do espaço em que vivem parece tornar-se menos importante.

Um das mais tristes alterações comportamentais induzidas pelo homem ao cão é a "canilose ", que se desenvolve quando o filhote é mantido isolado e sem estímulos durante a fase de socialização. Dos 30 aos 60 dias de vida, é fundamental que o filhote tenha contato com pessoas diferentes e com outros cães e até com outros animais, para que receba diferentes estímulos como sons, calor, luz, mordidas, etc. São estas experiências que tornam os filhotes adaptáveis e equilibrados. Se, no entanto, o filhote é separado da ninhada e da mãe precocemente, ele apresenta no futuro, distúrbios de comportamento, algumas vezes irreversíveis. Quando o filhote permanece por longos períodos expostos em vitrines de lojas, muitas vezes quando é vendido o dano já está feito.

É preciso reconhecer a amplas diferenças de temperamento entre as diversas raças caninas, para não errarmos tratando todos os cães da mesma forma. Para os tímidos como os miniaturas, um olhar direto ou uma palavra áspera geralmente é castigo suficiente. O controle excessivamente rígido pode anular a personalidade de tais cães. Raças mais independentes como as de caça, exigem mãos mais firmes. O dono precisa impor limites com firmeza, justiça e paciência. Rispidez ou liberalidade excessiva pode resultar em desajuste social semelhante ao de uma criança totalmente dependente ou completamente rebelde

domingo, 3 de janeiro de 2010

Bichinhos - Xixi


Como faço para ensinar meu bichinho a fazer suas necessidades no lugar certo?

A velha tática de pegar o focinho e esfregar no lugar onde o animal defecou e repreendê-lo com palmadas não adianta. Essa medida inclusive atrapalha o aprendizado do cão, que vai ter medo do dono e defecar e urinar escondido. Repreendê-lo depois que ele fez no local errado também não é eficaz, pois o cão não assimila a bronca com o ato e, por mais que ele faça aquela cara de culpado, não vai entender porque está tomando uma bronca. O ideal é entender a rotina do cachorro e saber que hora ele faz suas necessidades (ao acordar, depois do almoço etc) e levá-lo ao lugar desejado na hora certa. Depois de fazer no lugar certo, elogie o cão, faça carinho ou dê um prêmio, como um biscoito. Se ele ainda não aprendeu, só adianta repreendê-lo na hora em que estiver defecando no lugar errado. Neste caso, deve-se criar uma situação desagradável ao cão, como fazer ruído com uma lata jogada ao seu lado ou bater com um jornal no chão. O cão nunca deve assimilar a situação desagradável ao dono. Se você não conseguiu surpreendê-lo na hora, limpe totalmente os dejetos - sem que ele veja - e, principalmente, não deixe nenhum rastro de odor.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Bichinhos - Comportamento


Raça ou criação?
A pergunta que mais ouço é: o que determina o comportamento de um cão? A raça ou o modo de criá-lo? A resposta quase sempre frustra porque não é simples. As pessoas gostariam que ela fosse simples e, de preferência, que confirmasse o que pensam. Mas a tentativa de simplificá-la demais pode resultar em preconceitos relacionados com o comportamento das pessoas ou das raças de cães.

Temperamento
Podemos dizer que o temperamento reflete a maneira como o cão sente as coisas. Reações como medo, curiosidade e agressividade diante de um estranho são influenciadas pelo temperamento. Um cão medroso, por exemplo, tenderá a se encolher diante de situações novas ou que considere perigosas. A partir de uma pequena diferença de temperamento, podem ser desenvolvidos comportamentos completamente distintos.
Entre dois cães que têm medo de outros cães, um poderá ficar mais medroso se nunca interagir com exemplares da espécie e o outro poderá, aos poucos, perder a fobia caso passe por experiências positivas. Da mesma forma, se dois cães ficarem atrás de um portão em ocasiões diferentes, o mais agressivo poderá se sentir provocado pelos passantes que se assustam ao vê-lo, enquanto o mais dócil poderá receber carinho dessas pessoas. Com o tempo, as diferenças entre os dois ficarão mais evidentes. Um se tornará bem agressivo e o outro, bastante dócil.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Bichinhos - A chegada de um bebê


Tenho um cão adulto e vou ter nenê. E agora?

Para não criar competição, o cachorro tem de relacionar a criança com uma sensação prazerosa que vai melhorar e não piorar a sua vida. O cão reconhece as pessoas da casa como integrantes de sua matilha e o mesmo deve acontecer com o bebê. Assim que o bebê chegar na casa, deve-se apresentá-lo ao cão e deixá-lo ser cheirado. No dia-a-dia é preciso criar situações agradáveis ao cão - brincadeiras, atenção e carinho - quando a criança estiver presente. Desta forma, o cão vai assimilar o bebê com sensações agradáveis e não vai sentir ciúmes. Se o cão não for ter acesso a uma parte da casa - como o quarto do bebê - é preciso acostumá-lo semanas antes da chegada do recém-nascido, para que ele não relacione a chegada da criança com a perda do território. O mesmo deve ser feito no caso de diminuição da atenção dada ao cão. É bom lembrar que o cachorro não deve ficar sozinho junto com o bebê sem supervisão. O cão pode machucar a criança brincando de maneira desajeitada.