Amiguinhos Amados

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Bichinhos- Venha brincar com o Pepi e o Xixo???

Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
Não sei se vocês sabem, mas aqui na "Ponte do Arco-Iris", fazemos várias brincadeirinhas
Hoje temos que "escrever" uma histórinha sobre esta cadelinha, acima, chamada Maia.
Eu, Pepi, comecei  e o Xixo continuou
Vocês gostariam participar da brincadeirinha????
Se cada um de vocês "ajudar", um pouquinho, vamos nos divertir muito e "nossa" histórinha vai ficar "legaus"

PEPI-     Maia era uma cadelinha muito dócil, meiga e obediente.Certo dia, o seu dono pegou o carro
              abriu a porta e ...
XIXO-   A cadelinha logo pulou dentro do automóvel, pensando que iria "passear." Depois de um longo
              tempo, o carro parou e então...
KIPPY- Infelizmente este "passeio" que a dócil Maia pensou em fazer não era exatamente um passeio... Era sem volta para sua casinha.
Após Maia descer do carro, o "dono" dela acelerou o carro e foi embora, deixando-a lá, sozinha e no meio da rua. MAS ....
PEPI-  Ainda meio sem entender e muito triste, Maia  tentou correr atrás do carro, porém...
XIXO-Foi vencida pelo casaço e então...
KIPPY: .... e deitou no meio da rua... sem forças, cansada, com sede, triste, ela estava entregue. Ali, no meio da rua, ela acabou pegando no sono de tão cansada que ela estava. Até que de repente um caminhão se aproximou e... 
ANNE LIERI-parou.O motorista desceu e disse:
_ Que linda essa cachorrinha! Que aconteceu,amiguinha, para estar tão triste!
Ele então a pegou e a levou para sua casa,que era ali pertinho!
Tratou Maia com carinho e seus filhos
a adoraram!Um dia...
XIXO-A nova família de Maia se "cansou" dela e a colocou na estrada novamente então, por sorte, passou um outro caminhão e...
KIKA-Dentro do caminhão vinha o condutor com a sua filha que ia buscar a mãe da menina há estação dos comboios,a menina ia bem desperta pois já não estava com a mãe alguns dias ...de repente a menina deu um grito ao pai ...para,para! o pai parou, mas não tinha visto nada ..perguntou a menina ,já ela estava a sair pela porta, mas que se passa? ...e saiu também ..a menina estava agarrada a Maia, ela não tinha uma única beliscadura só estava muito cansada..pai vê tadinha está perdida e tão cansada,podemos a levar ...a mamãe vai ficar contente,ela gosta muito de cães e eu me tinha esquecido de lhe comprar uma prenda,assim dou a Maia como prenda! O pai assenou com a cabeça, entraram os três para dentro do camião ,a menina não deixava de fazer festinhas há Maia e a Maia pensou "Estes nunca me vão abandonar no meio da estrada,agora sim vou ser muito acarinhada e muito feliz"
FIM
Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
Esperamos que os "donos" de Maia não se "cansem" dela, desta vez
Obrigada pela participação na nossa  histórinha
Vamos fazer esta bricadeira mais vezes, para que todos possam se divertir
 Lambeijos e Ronrons dos Bichinhos que muito amam vocês,
PEPI E XIXO




LEMBRETE PARA OS "HUMANOS"
1- Minha Vida dura apenas uma parte de sua vida; qualquer separação de você significa sofrimento para mim. Pense muito nisso antes de me adotar.
2- Tenha paciência e me dê um tempo para que eu possa compreender o que você espera de mim. Você também nem sempre entende imediatamente as coisas.
3- Deposite sua confiança em mim; pois eu vivo disso e vou compensá-lo por isso mais do que ninguém.
4- Nunca guarde rancor de mim se eu aprontar alguma, e não prenda “de castigo”. Você tem outros amigos além de mim, tem seu trabalho e seu lazer, mas eu só tenho você.
5- Converse comigo. Eu não entendo todas as palavras, mas me faz bem ouvir sua voz falando só para mim.
6- Pense bem como você, seus amigos e visitas me tratam. Eu jamais esqueço.
7- Também pense, quando você quiser me bater, que eu posso facilmente quebrar os ossos da mão que me machuca, mas que eu não lanço mão desse recurso.
8- Se alguma vez você não estiver satisfeito comigo, porque estou de mau-humor, preguiçoso ou desobediente, imagine que talvez minha comida não esteja me fazendo bem ou que tenho estado muito exposto ao sol, ou que meu coração já está um pouco cansado e fraco.
9- Por favor, tenha compreensão comigo quando eu envelhecer. Não pense logo em me abandonar para adotar um cãozinho novo e bonitinho. Você também envelhece.
10- E quando chegar meu último e mais difícil momento, fique comigo. Não diga “não posso ver isso”. Com sua presença tudo fica mais fácil para mim. A fidelidade de toda minha vida, deveria compensar este momento de dor.
                          

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bichinhos - Ronrons "estreladinhos"

Por que os gatos ronronam?
Os gatos tornam o mundo mais doce só por emitirem essa maravilhosa vibração audível. Boa parte do ronronar é, sem dúvida, seu modo de expressar o máximo de contentamento, algo que lembra um sorriso humano profundo e sincero. No entanto, o gato pode usar o ronrom fascinante para chamar sua atenção, atenuar um mal ou levar você a ceder.

Também pode ronronar quando se aproxima de outro com o qual quer brincar, sem desavenças; é sinal de amizade, quando a comunidade dos gatos se junta socialmente. Um gato muito doente, indefeso, pode ronronar quando uma pessoa ou animal chega perto, num esforço para acalmar qualquer agressão que possa vir desse inimigo potencial.

As fêmeas ronronam quando entram em trabalho de parto. A mãe gata, quando se aproxima dos filhotes recém-nascidos, ainda cegos e surdos, comunicando a eles que é apenas a mamãe que está chegando para lhes dar de mamar. Os gatinhos ronronam de volta para sinalizar que estão recebendo o leite da mãe.

Os cientistas não sabem ao certo em que parte do corpo se origina o ronrom, ou como o corpo emite fisiologicamente o som. Como explicar que o ronrom possa ser tão indefinível? O que se sabe - e é amplamente aceito – é que o som do ronronar é produzido pela rápida separação de duas cordas vocais.
Uma linda tardinha e Ronrons estreladinhos 
Com Carinho do
Xixo
"O gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Um gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês." (Artur da Távola)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bichinhos - O Amigo Leal

O Amigo Leal

1371396v351vd87xegj3.gif picture by Risonha

Livro: Caminhos do Amor
Maria Dolores 

 Francisco Candido Xavier

Falávamos de afeto e ligações humanas,
Destacando uniões formosas e ideais,
Tanto quanto anotando atitudes insanas
Que, muita vez, transpiram
De casos passionais,
Quando um amigo afável e sizudo,
Que nos seguia o estudo,
Exclamou para nós, de modo convincente:

- Tudo quando dizeis é verdade inconteste
Sobre os entes queridos que lembrais,
Entretanto, igualmente,
Se falamos de amor, é preciso ateste
O amor dos animais.

E como se tivesse ali, de lado,
O passado recente,
Contou, emocionado:

- Em minhas lides de engenheiro,
Fui, certa vez, designado
Para serviços na fronteira;
Levei comigo a companheira,
O pequeno filhinho, -
- um garoto de aninho, -
E o nosso velho cão policial
Que recebera, em nossa companhia,
O nome de Leal.

No trabalho incessante em que me via,
Fosse qual fosse o ambiente,
Possuía em Leal o cão valente
Que nos guardava a casa, dia-a-dia;

Ensinei-o a velar por nosso pequenino
E dedicou-se o cão, de tal maneira,
Que mantinha atenção, semana inteira,
Entre a porta do quarto e o berço do menino.

Morávamos, então, no agreste bravo...
Achavam-se, não longe, algumas feras;
Era o lobo e, além dele, era o jaguar,
A rondarem malocas e taperas...
Necessário, porém, agir e trabalhar,
Orientando a agrimensura.
Tinha sempre dois homens, de vigia,
Na defesa do lar,

Junto de atenciosa governanta.
Minha esposa saía
Algumas vezes para compras justas,
Usando o nosso jipe reforçado
Para atingir pequeno povoado...

O narrador fez pausa e tomou em seguida,
Expressando-se em voz mais comovida:
- Certo dia de ação com mais ampla demora,
Voltei ao lar, mais tarde...Noite escura...
Ausentara-se a esposa e a governanta
Atendia, em conversa, um tanto lá por fora,
A diversos parentes
Que, por certo, lhe vinham à procura...
Os vigias andavam pela brenha
Buscando para nós
Alguns feixes de lenha...

Acompanhado de um amigo,
Ansioso, ouvi a voz
De meu filhinho em algazarra...
Naquele choro de pavor,
Pressentia perigo
Francamente, a gelar-me...
Em vão, tentei fazer qualquer alarme;
O companheiro me seguia,
Enquanto, em minha inquietação,
Só escutava a gritaria
Do filhinho a cortar-me o coração...

Varei a porta aberta
Da habitação que vi claramente deserta...
Foi, então, que a tremer, desorientado,
Vi o cão a correr para junto de nós;
Leal se nos mostrava, ensangüentado...
Mancando, ele gania,
Não sei se de loucura ou agonia...

O companheiro disse a mim:
- O cão está zangado, dê-lhe o fim,
É preciso afastá-lo, sem tardança,
Deve ter atacado a indefesa criança.

Tomado de terror, atirei sobre o cão,
E, ganhando os recessos do aposento,
Vi meu filhinho salvo, aconchegado ao leito,
Sem qualquer sofrimento,
Mas um jaguar jazia, ali no chão,
Certamente abatido por Leal.
O cão, com segurança e eficiência,
Liquidara, afinal,
A fera perigosa
Que penetrara em nossa residência.

Com meu filho nos braços
Retornei a presença de meu cão;
Ansiava mostrar-lhe a nossa gratidão,
Mas Leal enviou-me um derradeiro olhar...
Sufocado de dor, nada pude falar.
No instante de morrer, no terrível revés,
Leal ainda arrastou-se com cuidado
Para beijar-me os pés!...

Calou-se o narrador,
Sob o peso cruel da própria dor.
Depois, disse a chorar:
- Neste infinito Espaço em que habitamos,
Deve haver um lugar
Que acolha os animais,
Amigos quase humanos,
Em plena evolução, à busca de outros planos...
Sempre aceitei os cães por nossos cireneus,
Os animais também são criaturas de Deus...

Aquela história viva,
Que ouvíamos, ali, de nimo atento,
Fez o ponto final de nosso entendimento.

No entanto, o companheiro,
Que nos falava de Leal,
Fitava o Azul Imenso, a Pátria Universal,
E, qual se transmitisse um sublime recado
Ao próprio coração,
Clamava, consternado:
- Deus não me negará resposta à constante oração...
Hei de achar o meu Cão!!

                                                        

domingo, 28 de agosto de 2011

Bichinhos - Diferenças Entre Cães e Gatos

Um CACHORRO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me leva para passear, me leva ao veterinário, me afaga, me agrada, me ama... ELE é um deus!"
Um GATO pensaria assim:
"Meu dono cuida de mim, me alimenta, me escova, me leva ao veterinário, me afaga, me agrada, me ama... EU sou um deus!'' 

                                           

sábado, 27 de agosto de 2011

Bichinhos - Coleiras Vazias...

Não existe nada mais triste que coleiras vazias...
Coleiras  vazias podem significar muitas coisas, pode significar que os bichinhos  estão soltos ou estão dormindo...
Podem significar que os bichinhos são tão obedientes que não precisem mais delas...
Podem significar, simplesmente, que o bichinho não gosta nadinha delas
Podem significar tudo isso ou nada disso...
Hoje, a coleira do Pepinho e do Xixinho estão vazias.
E, por mais que eu soubesse que isso era o melhor que poderia ter acontecido, naquele momento, não existe nada mais triste que olhar para elas e saber que não serão mais necessárias 
Confesso que com o Xixo usava muito pouco a dele, mas não interessa, ela sempre estava lá. O Pepi arrastava-a  pedindo para ir passear... O Xixo não gostava nada daquela coisa incômoda...  Hoje, está tudo diferente...elas não estaõ mais penduradas no lugar habitual...
Nem o Pepi está mais me olhando com os seus olhinhos meigos, querendo "conversar" comigo, pedindo para irmos "passear" e nem o Xixo está fugindo de mim, pois quando me via com a coleira, corria de medo
Quando morrem os nossos bichinhos, como o Pepi e o Xixo,  morre um pedaço da gente junto. Pois, não há nesse mundo,  seres que me tenham  feito mais feliz que eles... devo até não ter correspondido a todas as lambidas, pinotes e pulos que meus "bichinhos" davam... mas, eles nunca fizeram nada disso esperando reciprocidade. Faziam porque queriam. Faziam porque se sentiam bem. E acima de tudo, faziam porque eram felizes Não faziam média. Nunca mentiam... Até as "mordidinhas" do Xixo eram sinceras. Ele só queria demonstrar com elas, que não desejava  carinho naquela hora, mas que me amava a seu modo...
Porém, hoje sei que os meus "Bichinhos Amados" estão livres. Não sofrem mais
Hoje, além das coleiras vazias, me restam doces recordações dos meus "anjinhos da guarda" que estavam sempre ao meu lado e que me fizeram tão feliz...
Embora por tão pouco tempo.










sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bichinhos - A Brincadeira vai começar...

Eu sou a Julieta (Juja) Estou deitada, esperando a brincadeira começar

Eu sou a Judith (Jujuba)
Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
Estas são nossas "priminhas" Julieta e Judith"
Como, "nosso mãe," coloca apelido em todo humano e em todo bichinho,  ela as chama de Juja e Jujuba
Elas adoram receber a visita da Vóvis, apelido que elas colocaram no "nosso mãe"...hihihi
Juja e Jujuba são as "filhas" do nosso "irmão" humano, que mora em outro bairro.
Todo dia, pela manhã elas brincam durante horas...
Elas não são lindinhas???
Desejamos a vocês um bom dia. 
Até mais
Com carinho de
Pepi e Xixo
Para Refletir:
"A compaixão pelos animais
está intimamente ligada a bondade de caráter,
e quem é cruel com os animais
não pode ser um bom homem."


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bichinhos -Para sempre vou te amar!!

Minha gatinha Kika,
Te dedico estes versinhos, abaixo, com muito amor
Kikinha, não chores mais por mim
Escalei uma "árvore invisível" e cheguei até a "Ponte do Arco- Iris"
Aqui é muito "legaus"
Daqui estarei  sempre atento, cuidando de você, e te amando, da mesma  forma, como sempre te amei
Muitos Ronrons "estreladinhos" do seu namogatinho, anjo
Xixo



GATOS NÃO MORREM
(autor desconhecido)

"GATOS NÃO MORREM DE VERDADE:
Eles apenas se reintegram no ronronar da eternidade.

GATOS JAMAIS MORREM DE FATO:
Suas almas saem de fininho atrás de alguma alma de rato.

GATOS NÃO MORREM:
Sua fictícia morte não passa de uma forma mais refinada de preguiça.

GATOS NÃO MORREM:
Rumo a um nível mais alto é que eles, galho a galho, sobem numa árvore invisível.

GATOS NÃO MORREM:
Mais preciso, se somem, é dizer que foram rasgar sofás no paraíso.

E dormirão lá, depois do ônus de sete bem vividas vidas, seus sete merecidos sonos..." 










quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Bichinhos - "Princess" e a Máquina de lavar Roupa

Miaumiguinhos,
Vejam só o que aconteceu com esta gatinha:
Muito levada ela, não?
E também teve muita sorte de escapar, ilesa
Uma linda tardinha para todos
Ronrons estreladinhos do
Xixo
Uma gata sobreviveu a um ciclo completo da máquina de lavar roupas em Scotland, no estado da Luisiana (EUA). A dona Susan Gordon disse que estava colocando as roupas na máquina, mas se afastou por um momento. Foi o tempo suficiente para a gata "Princess" entrar no equipamento.
Gata 'Princess' ao ciclo completo da máquina de lavar roupa. (Foto: Reprodução)
Susan contou à emissora "WWL-TV" que não notou que a gata tinha entrado na máquina. Mais de uma hora depois, quando ela voltou para tirar as roupas, ela levou um susto ao encontrar "Princess" agarrada a uma calça. A mulher levou o felino ao veterinário e ele se recuperou bem do susto.
Susan Gordon disse que não notou que felino havia entrado na máquina. (Foto: Reprodução)
Susan disse que não notou quando Princess entrou na máquina 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Bichinhos - Para Pensar Hoje...

Uma vez, o Rei de Benares foi para seu jardim de recreio em sua fantástica carruagem decorada. Ele adorava esta carruagem, mais precisamente por causa das ricas correias e cintos de couro feitos à mão.
Nesta ocasião, ele ficou em seu agradável jardim durante o dia inteiro entrando pela tardinha. Era muito tarde quando finalmente ele chegou de volta ao palácio. Por isso a carruagem foi deixada num terreno do lado de fora em vez de ser propriamente trancada.
Choveu fortemente durante a noite, e o couro ficou molhado, inchou, tornou-se mole, e começou a cheirar. Os mimados cães do palácio farejaram o delicioso aroma do couro e desceram até o terreno.  Mastigaram e devoraram as correias amolecidas e molhadas. Antes do raiar do dia, sem terem sido vistos,  eles retornaram aos seus lugares no palácio.
Quando rei acordou e desceu, viu que o couro havia sido corroído e comido por cães. Ele chamou os serventes e exigiu que explicassem como isto aconteceu.
Uma vez que eram encarregados de tomarem conta dos cães do palácio, os serventes ficaram com medo de acusá-los. Em vez disto inventaram uma história de que cães estranhos, os estúpidos vira-latas da cidade,  entraram dentro do terreno através de esgotos e escorredouros e que tinham sido eles quem comeram o extravagante couro.
O rei enfureceu-se. Ficou tão sobrepujado pela raiva que decidiu vingar-se de todos os cães. Então decretou que em qualquer ocasião que alguém visse um cão ou cadela na cidade deveria matá-lo, ou matá-la,  de vez!
O povo então começou a matar cães. Os cães não podiam entender porquê estavam sendo mortos. Naquele dia, mais tarde, eles souberam do decreto do rei. Começaram a ficar muito amedrontados e se retiraram para o cemitério justamente fora da cidade. Ali era onde vivia o líder deles, Prateado, o Cão Rei.
Prateado era rei não porque fosse o maior ou mais forte ou mais valente. Era de tamanho médio, com macio pêlo prateado, brilhantes olhos pretos e vigilantes ouvidos aguçados. Caminhava com grande dignidade, a qual deu origem ao respeito e à admiração dos homens assim como dos cães. Ele aprendera muito em sua longa vida, e era capaz de concentrar sua mente nas coisas mais importantes. Assim ele se tornou o mais inteligente de todos os cães, e também aquele que mais cuidava dos outros. Estas eram as razões dele ter-se tornado rei dos cães.
No cemitério, os cães estavam em pânico e mortos de medo. Prateado, o Cão Rei perguntou-lhes o porquê disto. Eles contaram tudo sobre as correias da carruagem e sobre o decreto do rei, e de que as pessoas os estavam matando em qualquer ocasião que os vissem.
 Prateado, o Cão Rei sabia que não havia jeito de entrar nos bem-guardados terrenos do palácio. De modo que ele entendeu que o couro devia ter sido comido pelos cães que viviam dentro do palácio.
Ele pensou, "Nós, cães, sabemos que não importando quanto diferentes possamos parecer, estamos de alguma forma relacionados. Então agora devo fazer um grande esforço para salvar a vida de todos estes pobres cães, meus parentes. Somente eu posso salvá-los."
Ele os confortou dizendo, "Não fiquem com medo. Eu vou salvá-los. Fiquem aqui no cemitério e não vão dentro da cidade. Irei dizer ao Rei de Benares quem são os ladrões e quem são os inocentes. A verdade nos salvará a todos."
Antes de se preparar para sair, ele foi a uma outra distinta parte do cemitério para ficar sozinho. Tendo praticado benevolência por toda sua vida, e treinado sua mente, ele agora concentrava-se firmemente e preenchia sua mente com sentimentos de bondade amorosa, pensando, "Que todos os cães fiquem bem e felizes, e que todos estejam seguros. Vou ao palácio pelo bem dos cães e também dos homens. Ninguém poderá me atacar ou machucar-me."
Então, Prateado, o Cão Rei começou a caminhar lentamente através das ruas de Benares. Ele não tinha medo porque tinha sua mente focalizada. Seu caminhar calmo que demandava dignidade e respeito era uma consequência da bondade que ele sempre praticou na vida. E, por causa do caloroso fulgor da bondade amorosa que todas as pessoas percebiam, ninguém ficava zangado nem intencionava machucá-lo. Ao contrário,  se maravilharam ao ver aquele Grande Ser passar, e se perguntavam a si próprios como isto podia ser.
Foi como se toda a cidade estivesse aberta. Sem qualquer obstrução, Prateado, o Cão Rei passou direto pelos guardas do palácio entrando no vestíbulo da justiça real, e sentou-se calmamente embaixo do próprio trono do rei. O Rei de Benares ficou impressionado por tamanha coragem e dignidade. Então, quando os serventes apareceram para removerem o cão, o rei ordenou que o deixassem ficar.
Prateado, o Cão Rei então saiu de baixo do trono e fitou o poderoso Rei de Benares. Reverenciou-o respeitosamente e perguntou, "Foi Sua Majestade quem ordenou que todos os cães da cidade deveriam ser mortos?" "Sim, fui eu," respondeu o rei. " Qual foi o crime que os cães praticaram?" perguntou o cão rei. " Os cães comeram as correias de couro da minha linda e rica carruagem." " Sabe quais foram os cães que fizeram isto?" perguntou Prateado, o Cão Rei. "Ninguém sabe," disse o Rei de Benares.
"Meu Senhor," disse o cão, para um rei como o senhor, que deseja ser justo, acha que está direito ter todos os cães mortos em vez de apenas os culpados? Isto faz justiça aos inocentes?" O rei respondeu,  como se isto fizesse perfeito senso para ele, " Uma vez que não sei qual os cães que destruiram meu couro, simplesmente ordenando a morte de todos cães posso estar seguro de haver punido os culpados. O rei deve ter justiça!"
Prateado, o Cão Rei fez uma pausa por um momento antes de desafiar o rei com a pergunta crucial - "Meu senhor rei, é verdade que o senhor ordenou que todos os cães fossem mortos, ou há alguns que não devam ser mortos?" O rei subitamente sentiu-se um pouco incomodado como se forçado a admitir, ante toda sua corte, "É verdade que a maioria dos cães devem ser mortos, mas não todos. Os de pura raça do meu palácio devem ser poupados."
Então o rei cão disse, "Meu senhor, antes o senhor disse que todos os cães deveriam ser mortos para assegurar-se de que os culpados fossem punidos. Agora o senhor diz que os cães do seu palácio devem ser poupados. Isto mostra que o senhor estava errado na sua maneira de ser parcial. Para um rei que deseje ser justo, está errado favorecer alguns acima de outros. A justiça do rei deve ser imparcial, como uma balança honesta. Embora o senhor tenha decretado uma morte imparcial para todos os cães, em fato isto simplesmente é o massacre dos cães pobres. Seus ricos cães do palácio estão injustamente salvos, enquanto os pobres são erroneamente mortos!.
Reconhecendo a verdade das palavras do rei dos cães, o Rei de Benares perguntou, "Voce é sábio o bastante para saber quais cães comeram as minhas correias e cintos de couro?"  Sim meu senhor, eu sei, "disse ele, " só pode ter sido os seus próprios cães do palácio, e eu posso provar isto." "Prove  então," disse o rei.
O cão rei pediu que os animais de estimação do palácio fossem trazidos ao vestíbulo da justiça. Ele pediu também uma mistura de manteiga de leite e grama, e que fosse feito com que os cães comessem a mistura. Oh! eis que, quando isto foi feito eles vomitaram pedaços parcialmente destruídos das correias de couro do rei!
Então, Prateado, o Cão Rei disse, "Meu senhor,  pobres cães da cidade não podem entrar  nos bem-guardados terrenos do palácio. O senhor estava cego pelo preconceito. Seus cães são os culpados. Apesar disso, matar qualquer ser vivo é cometer um ato prejudicial. Isto porque aquilo que os cães sabem, mas que os homens parecem não saber - de que de alguma forma toda vida está relacionada, - então,  todos os seres vivos merecem o mesmo respeito como parentes."
A corte inteira ficou pasma pelo que acabara de acontecer. O Rei de Benares foi subitamente tomado por um raro sentimento de humildade. Curvou-se ante o cão rei e disse, "Oh, grande rei dos cães, nunca vi alguém como você, alguém que combina perfeita sabedoria com grande compaixão. Realmente, sua justiça é suprema. Ofereço meu trono e o reino de Benares a você!"
O Iluminado Ser respondeu, " Levante-se meu senhor, Não tenho qualquer desejo por uma coroa humana. Se deseja mostrar seu respeito por mim, seja um justo e misericordioso soberano. Poderia ajudar se começar por purificar sua mente praticando os "Os Cinco Preceitos." Eles servem para se parar totalmente de se cometer as cinco ações nocivas : matar, roubar, cometer adultério, mentir, e embriagar-se."
O rei seguiu os ensinamentos do sábio cão rei. Ele reinou com grande respeito por todos os seres vivos. Ordenou que todas as vezes que ele se alimentasse, todos os cães, aqueles do palácio ou os da cidade, deveriam igualmente ser alimentados. Isto foi o começo da lealdade que existe até os dias de hoje entre os cães e os homens.
 Moral da história: Preconceito conduz à injustiça, sabedoria conduz à justiça.



 

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Bichinhos - Gato de olho ímpar

Gato de olho impar (também chamado gato de olhos bicolores) é um gato que tem um olho azul e outro amarelo, verde ou laranja. Este é devido à anomalia genética de heterocromia. Este fenômeno ocorre comumente em gatos brancos, porém pode-se encontrar raramente em gatos de outras cores.

Causa

A coloração dos olhos desse tipo de gato ocorre em gatos com o gene branco dominante, que mascara qualquer outro gene de cor. É  um gato branco  com o Gene Branco Manchante (também responsável pelas manchas nos dálmatas). Esta característica genética inibe que os grânulos de pigmentos alcancem um olho durante o desenvolvimento, assim o gato apresenta um olho azul ou verde e outro amarelo ou laranja.

Filhotes

Todos os gatos filhotes possuem olhos azuis, e é difícil perceber quando este possui olho ímpar. O tom do azul do olho do gato de olho ímpar é diferente em um dos olhos. A cor dos olhos do gato, em geral, muda conforme o crescimento, de azul para verde e de verde para amarelo, até chegar a cor final quando atinge a fase adulta.

Surdez nos gatos de olho ímpar

Muitas pessoas acham que os gatos de olho ímpar de coloração branca nascem surdos de um dos ouvidos. Isto não é verdade. Por volta de 60% e 70% dos gatos de olho ímpar podem ouvir. Cerca de 10 a 20% dos gatos brancos normais nascem surdos ou ficam surdos com o processo de envelhecimento felino. Gatos brancos com um ou dois olhos azuis têm maior tendência a ter surdez genética, com o gene branco causando ocasionalmente a degeneração da cóclea alguns dias após o nascimento.

domingo, 21 de agosto de 2011

Bichinhos - Linda Mensagem!

Aumiguinhos e Miaumiguinhos
Desejamos a todos um ótimo e abençoado Domingo
Lambeijos, Ronrons, e Beijinhos de
Pepi, Xixo, e "nosso mãe"

O Chuchu
Era só um Chuchu,
meio apodrecido em uma das pontas,
era candidato perfeito ao lixo.
Mas,
mesmo sem acreditar muito naquele Chuchu,
uma pessoa abriu uma cova
no chão e plantou-o desajeitadamente,
sem esperar nada em troca.
Deixou ali e esqueceu-se do pobre...
Algum tempo depois,
desafiando a sua própria condição,
o Chuchu faz sair das entranhas da terra,
o seu primeiro caule que logo
busca algo para sustentar
a sua escalada.
Livre,
abençoado pelos raios de sol,
acariciado pelo vento
e saciado pelas gotas do orvalho,
ele cresce um pouco mais
forte a cada dia.
Um belo dia,
aquele homem que plantou o Chuchu,
vê alguns pequenos frutos
pendurados na bela rama verde que
cerca o muro,
e pouco tempo depois,
o pé carregado de belos chuchus,
serve de refeição para a sua família
e de muitos vizinhos que
impressionados pela beleza daquela
plantação se aproximam
e pedem alguns.
É assim,
que de um simples chuchu
que ninguém dava nada,
um monte de gente se alimenta
dos seus frutos.
Bastou uma pessoa acreditar,
uma única pessoa fazer um gesto positivo,
depositando um pouco de
confiança naquele chuchu e ele,
usando toda a carga genética
que havia dentro dele,
utilizando-se da força que a terra,
á água,
o sol e todos os elementos
disponíveis naquele ambiente,
transformou-se de quase morto
em alimento vivo,
que produz,
dá frutos e gera nova vida.
Assim é você!
Pode ser que hoje,
você esteja se sentindo um
"Chuchu velho",
semi-apodrecido,
abandonado e sem valor,
ou ainda,
acreditando que jamais
produzirá bons frutos,
pois lhe falta oportunidades,
que lhe falta uma pessoa que
acredite em você...
Pois eu lhe digo,
Deus acredita em você,
e lhe dá todos os dias,
um pedacinho de terra fértil,
para que você desenvolva
o seu poder,
esse poder que já está ai dentro,
armazenado em sua alma,
que os "biólogos geneticistas"
chamam de herança genética,
e que os anjos chamam de
"lembrança divina",
brote,
dê frutos e espalhe suas
sementes pelo mundo,
vencendo obstáculos.
Não desista de nenhum
dos seus sonhos sem
antes tentar exaustivamente
realizá-los de maneira satisfatória.
Você tem um voto de confiança
Divino que através da Vida,
coloca a sua disposição,
a terra, o ar, a água,
o fogo, o vento,
a natureza como um todo para
que você possa progredir.
Trabalhe, esforce-se,
faça como o Chuchu que se agarra
até no improvável concreto,
usando de uma força descomunal
para fazer com que os
seus frutos brotem saudáveis
e tão desejados.
Ah! e se você não gosta de Chuchu,
não se preocupe,
o mundo também é assim
com as pessoas,
não existe unanimidade
entre os povos,
nem Jesus agradou a todos,
imagine o Chuchu,
quer dizer,
você.
O importante é realizar
a sua tarefa com a certeza de
que está fazendo o seu melhor,
na certeza de que você
não desistiu na primeira
chuva forte,
nem desanimou diante
dos conselhos medíocres de quem
só tem inveja de você.
Seja então como o Chuchu
que com um voto de
confiança cresce,
frutifica e alimenta muitos,
ainda que com tão pouco.
Se lhe faltava um voto de confiança,
se lhe faltava um crédito de vitória,
eis que Deus lhe envia hoje
esta singela mensagem,
dizendo bem no
"no pé do seu ouvido",
só para você escutar:
- Eu te amo e sei que podes vencer!
Paulo Roberto Gaefke
 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Bichinhos- Uma carta para Deus...

Queridos amigos,
Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a todos pela presença assídua no "nosso" blog.
Obrigada pelas palavras de carinho e conforto...sempre
Vocês não acreditam,  como os   comentários de vocês,  amigos queridos, acalmam o meu coração e me fazem feliz 
Em segundo lugar, gostaria também, de compartilhar um maravilhoso texto, enviado por uma grande amiga minha  
Desde que navego na Internet, esse texto foi um dos mais lindos que já recebi.
Segue o texto:
Nossa cadelinha Abbey, faleceu no mês passado.
No dia seguinte a sua morte, minha filha Meredith, chorou muito e falou o quanto ela sentia saudades de Abbey.
Perguntou se eu não poderia ajudá-la a "escrever"  para Deus para que, assim que o bichinho chegasse
no céu, fosse reconhecido por Ele.
Eu disse a ela que sim, e então "escrevemos"  uma cartinha:

Querido Deus,
Você poderia fazer o favor de cuidar da minha cadelinha?
Ela faleceu ontem e está com o você, aí no céu.
Estou com muitas saudades dela...
Agradeço por você ter colocado Abbey na minha vida, embora ela tivesse ficado doente.
Espero que brinque com ela. Ela adora brincar de bola e adora nadar.
Estou enviando uma fotinha dela e minha, para que você possa reconhecê-la.
Com carinho
Meredith

Colocamos a carta em um envelope, junto com uma foto de Abbey e Meredith.
O endereço era:
Deus/Céu
Meredith encheu  a cartinha de selos pois, segundo ela, o céu era muiiito longe e eram necessários bastante selos para que pudesse chegar até lá.
Não esquecemos, lógico, de colocar o remetente.
Em seguida, fomos aos correios  levar a carta.
Alguns dias depois, Meredith perguntou-me se Deus já havia recebido a nossa correspondência.
Eu respondí que achava que sim.


Ontem, o carteiro tocou a campainha, e nos  entregou uma   linda caixa dourada, enderessada à Meredith.
Ao abri-la encontramos um livro cujo autor era Mr.Rogers.
O livro chamava-se "Quando morre um animalzinho"
Junto com o livro estavam, a carta que havíamos "escrito"  para Deus e as fotos de Abbey e Meredith
E para nossa surpresa, encontramos também um bilhete, cuja caligrafia não era conhecida por nós: 

Querida Meredith,
Abbey chegou bem aqui no céu.
A foto  que você enviou, me foi de grande ajuda para o reconhecimento da sua cadelinha.
Abbey não está mais doente.
Seu espírito está aqui comigo, assim como permanecerá, para sempre,  no seu coraçãozinho.
Abbey adorou ser seu bichinho de estimação aí na terra e
Como, aqui no céu, o nosso corpo não se faz mais necessário e não temos bolso para guardar coisas,
Resolví enviar de volta a sua cartinha e as fotos, juntamente com o livro, para que você se lembre sempre de
Abbey.
Obrigada pela linda cartinha que você e sua mamãe me escreveram
Você tem uma mamãe maravilhosa.
Eu a "escolhi" especialmente para você.
Derramo minhas bençãos sobre vocês, diariamente, e quero lembra-las que as amo muito
E lembrem-se, Eu sou fácil de ser encontrado.
Eu estou onde está o amor
Com Carinho
Deus

Nota: Nunca descobri quem  enviou este lindo presente para Meredith, mas
          sei, com certeza, que não foi  uma pessoa do nosso correio local

Amigos queridos,
Espero que gostem do texto
A todos uma linda e abençoada tarde
Com carinho
Verena

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Bichinhos - Para descontrair, hoje

Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
A nossa querida tia Ana Clara enviou-nos este  vídeo
É muito divertido...hihihi
Um lindo e abençoado dia para vocês
Daqui estaremos cuidando de todos, sempre
Lambeijos e Ronrons estreladinhos de
Pepi e Xixo

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Bichinhos - Hoje faria 2 aninhos...

Miaumiguinhos,
Hoje eu  faria dois aninhos
O "meu mãe" já pensou muito em mim hoje, e está muito triste.  Porem ela  sabe que Eu estou bem e não estou mais sofrendo...
Acabo de receber um lindo recadinho da minha Kikinha e outro da querida tia Cida (madrinha da minha namogatinha)
Meus olhinhos se encheram de águinha... muito obrigada
Quero que saibam que estarei sempre cuidando de vocês, embora vocês não possam me ver...
Ronrons estreladinhos com muito carinho do
Xixo
Fechei os olhos para não te ver
e a minha boca para não dizer...
E dos meus olhos fechados desceram lágrimas que não enxuguei,
e da minha boca fechada nasceram miausmiaus…
e palavras mudas que te dediquei...
Parabéns meu Amor.......
Tua KIKA

Da Tia Cida para "Meu Mãe" e a Kika
             
Todas as noites quando olhar para o céu, me deseja uma boa noite.
Mesmo que as nuvens tenham escondidos as estrelas saiba que estou lá...
Velando o soninho dos meus amores, e sou  muito feliz em ter compartilhado os melhores  momentos da minha vidinha com vocês.
Ah! a  Cida me ajudou a fazer este selinho para vocês e sei que guardarão com carinho,muitas lambeijokinhas!

Bichinhos - De Xixo para Kika

Amada gatinha,
Esta pequena mensagem dedico a tí
Quero dizer que estou bem e que te amarei eternamente
Ronrons estreladinhos do seu, sempre
Anjo Xixo
"Um dia sonhei que era um anjo...
E pensei... Um anjo... Mas de quem?...
Para proteger quem?...
Foi quando no meu sonho apareceste...
Vi-te triste... E te amei...
Por isso não queria ser só teu anjo...
Aí pensei... Quero ser tua...
Metade companheira... O teu amor...
Mas não podia...
No meu sonho eu era só um anjo na tua vida...
Foi então...
Que numa atitude desesperada de te ter...
Ofereci-te algo... E...sem pensar...
Sem pensar nas conseqüências...
Da minha mutilação eu te dei...
Uma Asa... Uma de minhas Asas...
A Asa que te faltava...
A Asa que nos transformaria num só corpo...
Num vôo cósmico... Juntos encontraríamos
um novo amor, um novo prazer físico ...
Mental... Espiritual... Enfim...
A felicidade total...
E foi assim que te dei a minha preciosa metade..."

Saudades Eternas de você!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Bichinhos - UMA LINDA AMIZADE

Aumiguinhos amados,
Se puderem, leiam com atenção.
A história abaixo é verídica
Tenham um lindo e abençoado dia e boa leitura
Pautabraços e Lambeijinhos do aumiguinho
Pepi
Confiança, transparência e vulnerabilidade são o material com o qual as verdadeiras amizades são construídas. É por isso que precisamos de um amigo. Acima de tudo leal.

Em 1864, em Edinburgh, Escócia, vivia um velho homem chamado Jock. Durante toda vida tinha sido um fiel pastor de ovelhas, enfrentando bravamente perigos e intempéries para defender o rebanho.

Com quase setenta anos, ainda conservava o coração e a habilidade de um pastor, mas não a saúde necessária. Suas pernas já não podiam escalar as pedras para resgatar uma ovelha ou para espantar um predador. E embora a família para quem trabalhava gostasse muito dele, as finanças iam mal e não podiam conservá-lo.

Assim, mancando por fora e magoado por dentro, lá se foi ele de trem, deixando sua terra natal rumo a um novo lar na cidade.

Jock fazia um pouco de tudo e ganhou muitos amigos naquela cidade de mercadores. Eles gostavam do velho Jock pelo seu sorriso simpático, e por suas habilidades nos mais variados trabalhos.

Mas, apesar de tantos amigos, sua família se constituía apenas dele e de um cachorrinho Fox Terrier que ele adotou com o nome de Bobby.

Jock e Bobby eram inseparáveis e estavam sempre juntos na rotina de passar pelas lojas em busca de serviços.

Todos os dias eles começavam pelo restaurante local, onde recebiam o que comer em troca de serviços de Jock. Depois continuavam de porta em porta até que finalmente, à noite, os dois voltavam para um porão que lhes servia de morada.

Dizem que muitas pessoas pressentem quando o tempo de morrer está próximo. Foi assim com Jock. Já havia passado quase um ano desde que chegara à cidade. Agora era pleno verão e as colinas estavam em flor.

Um dia, ao amanhecer, ao invés de levantar, o velho Jock puxou sua cama até perto da janelinha do quarto. E lá ficou, olhando as montanhas distantes de sua amada Escócia.

Bobby - disse ele afagando o pêlo escuro e denso do cachorro, com a mão que agora só tinha a força do amor – , é tempo de eu ir para casa.

Eles não conseguirão me afastar de minha terra novamente. Sinto muito, camarada, mas você vai ter de se cuidar sozinho daqui por diante.

Jock foi enterrado no dia seguinte em um lugar pouco comum para pobres. Por causa do lugar onde morreu e da necessidade de ser enterrado rapidamente, seus restos mortais foram colocados num dos cemitérios mais nobres de Edinburgh, o cemitério Greyfriar. Entre os grandes e mais nobres homens da Escócia, foi enterrado um homem comum e simples.

Mas é aqui que nossa história começa.

Na manhã seguinte, o pequeno Bobby apareceu no mesmo restaurante que ele e Jock visitavam cada manhã.

A seguir ele fez a ronda das lojas, como ele e Jock haviam sempre feito. Isto aconteceu dia após dia. Mas à noite o cachorrinho desaparecia e somente reaparecia no restaurante no dia seguinte.

Amigos do velho Jock se perguntavam onde o cachorro ia dormir, até que o mistério foi resolvido.

Cada noite, Bobby não ia à procura de um lugar quente para dormir, nem mesmo de um abrigo para protegê-lo do frio e da chuva constantes da Escócia.

Ele ia até o cemitério Greyfriar e tomava posição ao lado de seu dono.

O vigia do cemitério tocava o cachorro cada vez que o via. Afinal, existia uma ordem expressa, proibindo cachorros de entrarem em cemitérios.

O homem tentou consertar a cerca e até pôs armadilhas para caçar o cachorro. Finalmente, com a ajuda do chefe de polícia, o pequeno Bobby foi capturado e preso por não ter uma licença. E uma vez que ninguém podia apresentar-se como legítimo dono daquele cachorro, parecia que Bobby seria morto.

Amigos do velho Jock e de Bobby que souberam do caso foram até a corte local a favor de Bobby.

Finalmente, chegou o dia quando o caso deles iria ser apresentado à alta corte de Edinburgh.

Seria quase um milagre salvar a vida de Bobby, sem mencionar o tornar possível, para aquele cão fiel, poder ficar perto do túmulo de seu amigo. Mas foi exatamente o que aconteceu, como um ato sem precedentes na história da Escócia.

Antes que o juiz pudesse dar a sentença, uma horda de crianças entrou na sala de audiência. Moeda por moeda, aquelas crianças conseguiram a quantia necessária para a licença de Bobby.

O oficial da corte ficou tão impressionado pela afeição das crianças pelo animal que concedeu a ele um título especial, tornando-o propriedade da cidade, com uma coleira declarando este fato.

Bobby pôde então correr livremente, brincando com as crianças durante o dia. Mas cada noite, durante quatorze anos até que morreu em 1879, aquele amigo leal manteve guarda silenciosa no cemitério de Greyfriar, bem ao lado de seu dono.

Se algum dia você for para Edinburgh, poderá ver a estátua de Bobby naquele cemitério que ainda está lá, mais de 120 anos de sua morte.

Aquele cachorrinho de Edinburgh demonstra uma característica que gostaríamos de encontrar em todos os seres humanos, lealdade. A lealdade que nos faz permanecer ao lado da cama de alguém doente, ouvir o problema dos outros horas sem fim, dar uma ajuda extra até mesmo num sábado ou feriado.

Esta incrível espécie de amor suave, é lealdade. Felizmente é encontrada em algumas pessoas. A quem é   dedicada esta história....

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Quem disse que "Nós" não gostamos de água??

Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
Aqui na Ponte do Arco-Iris  me refresco todos os dias em um lindo riacho e corro feliz pelas verdes colinas...
Uma boa semaninha para todos
Ronrons estreladinhos e fresquinhos do miaumiguinho
XiXo

sábado, 13 de agosto de 2011

Bichinhos - PARA OS PAIS!!!

Aumiguinhos e Miaumiguinhos,
Um Pai é alguém para se orgulhar
Alguém para se agradecer e especialmente,
Alguém para se amar
PARABÈNS A TODOS OS PAPAIS !!!!
Com carinho de
Pepi e Xixo

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Bichinhos - Apelo de um Bichinho

"Trate-me gentilmente, meu querido amigo,
pois nenhum coração em todo o mundo é mais
agradecido pela amabilidade do que o meu coração amoroso.

Não machuque minha alma com pancadas,
muito embora eu lamba suas mãos entre os golpes;
sua paciência e compreensão irão mais
rapidamente ensinar-me coisas que devo aprender.

Fale comigo constantemente,
porque sua voz é para mim a mais doce música do mundo,
como você deve saber pelo abanar da minha cauda
quando os meus ouvidos escutam os seus tão esperados passos.

Por favor, coloque-me para dentro quando estiver
chovendo e fazendo frio,
pois sou um animal doméstico,
não acostumado às intempéries,
e não tenho honra maior do que o
privilégio de sentar-me aos seus pés.

Mantenha meu potinho cheio de água fresca,
pois não posso dizer para você quando estou com sede.
Alimente-me com comida limpa para que eu
possa estar bem e saudável para brincar,
acompanhá-lo nas suas caminhadas e estar alerta
e capaz de defendê-lo com a minha própria vida,
se a sua estiver em perigo.

E, meu amigo, quando eu estiver muito velho,
e não gozar mais de boa saúde, nem boa audição e visão,
não me vire as costas, nem faça esforços heróicos
para manter-me aqui.
Por favor, cuide para que minha vida dedicada parta suavemente.

Eu devo deixar esta terra sabendo que meu
último suspiro esteve sempre a salvo entre suas mãos".

(Beth Norman Harris)

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Bichinhos - Aprendiz da vida!

Meus Queridos
Minha querida amiga Ana Clara me enviou este Email que achei muito lindo
Gostaria  de compartilha-lo com vocês hoje
Desejo a todos um ótimo e abençoado dia
Um forte abraço e beijinhos de
Verena e Bichinhos
Aprendiz da vida
Queria poder dizer que
estou numa idade onde
aprendi da vida.
Mas não cheguei ainda
a esse ponto.
Aprendi algumas coisas sim,
outras trazem uma luta
enorme entre eu
e meu eu não sei quantas
quedas e quantos levantares
serão necessários para
que eu aprenda.
Mas não desisto.
Parece que estou na
idade da razão,
mas percebo que não existe
idade para isso.
Nem sempre tenho razão,
nem sempre sei o que fazer,
sou e serei até o último
minuto uma aprendiz
da vida.
Dizem que perdoar é
esquecer e eu não
sei ainda onde encontrar
essa borracha que
apaga vivências doloridas
ou curativos que
cubram feridas que nunca
se fecham.
No meu ver,
perdoar é compreender,
aceitar e seguir adiante,
é poder olhar nos olhos da
outra pessoa novamente e,
se preciso,
dar a mão sem o
sentimento de sacrifício.
Raras são as pessoas que
alcançam o dom do perdão,
mas não é impossível.
Quando pensamos que
sabemos tudo
porque vivemos um
certo número de anos,
temos que admitir que
vivemos em outras épocas,
com outros valores
e que nossas certezas
de antes nem sempre
cabem nos dias de hoje.
Nossos filhos nos lembram
disso a cada instante.
São eles nossos
maiores mestres,
ao contrário do que se pensa.
Em tudo o que fazemos
e dizemos,
nosso exemplo vale
mais do que todas as palavras.
As crianças ouvem
muito mais o que parecemos
que o que dizemos.
É assim também com
os que precisam do
nosso apoio.
Cada um de nós absorve
de maneira diferente
acontecimentos comuns a
todos e somos incomparáveis.
Por que eu vivi algo de
um jeito não obriga
ninguém a viver da
mesma forma.
Aprender a respeitar a dor
alheia é respeitar a
individualidade do ser humano.
O medo do sofrimento
do amor nos afasta
das pessoas que mais
nos amam.
Muito do que chamamos
de imprevisto e coincidência
é a Mão de Deus
interferindo nas nossas vidas.
Devemos pensar então
duas vezes antes de
reagir mal a algo que
contraria nossos planos.
O passar do tempo nos
traz a experiência,
mas a sabedoria vem de
maneira diferente.
Ela chega com a vivência,
entendimento,
compreensão e aceitação
das adversidades.
Meu maior medo é o de
acreditar sobre o que
dizem a meu respeito,
isso me destruiria.
Devo sempre saber quem
sou e nunca me esquecer
dAquele que me criou.
Aprender a vida é
reconhecer-se aluno eterno,
com as somas,
diminuições e ciências
do dia-a-dia.
É chegar ao fim do dia
e fazer planos para o
dia seguinte e se preciso for,
recalcular, rever,
repensar e recomeçar.


quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Bichinhos - De Bidu para Xixo e Recadinho

Bom Dia Miaumiguinhos,
Aqui é o Xixo
O Nosso Miaumiguinho Bidu fez uma linda Homenagem  para mim:
Obrigada querido Bidu e Dinda
Miaudolei
Daqui da Ponte do Arco-Iris estarei sempre cuidando de vocês

HOMENAGEM AO MEU AMIGO XIXO:

ImageChef Sketchpad - ImageChef.com

Minha mamãe humana ficou muito triste com a despedida do nosso amiguinho Xixo que teve leucemia felina.
Só hoje ela teve coragem de escrever sobre o assunto. A mamãe é muito chorona e adora animais. Ela fica triste só de pensar em nos perder. Ela queria dar um filhote meu para a Dinda Verena, mas ela mora longe daqui.
Este vídeo é de um gatinho muito fofo, assim como o Xixo. Há uma propaganda do Tang antes de aparecer o gatinho fofo.
Que você, Xixo, tenha muita paz na Ponte do Arco-íris!


"Deus costuma usar a solidão
para nos ensinar sobre a convivência.

Às vezes, usa a raiva,
para que possamos compreender
o infinito valor da paz.

Outras vezes usa o tédio,
quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade
do que dizemos.

Às vezes usa o cansaço,
para que possamos compreender
o valor do despertar.

Outras vezes usa doença,
quando quer nos mostrar
a importância da saúde.

Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar sobre água.
Às vezes, usa a terra,
para que possamos compreender o valor do ar.

Outras vezes usa a morte,
quando quer nos mostrar
a importância da vida".

 

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Bichinhos - Para descontrair...

O sujeito entra numa loja e dá de cara com um enorme cartaz: "Cuidado com o Cão",ressabiado, faz as suas compras sempre atento para alguma eventual surpresa, quando na saída depara-se com um cãozinho que cabia na palma da mão. Então, ele vira-se para o caixa e pergunta:
- Este é o cachorro com o qual eu tenho que tomar cuidado?
- Exatamente - responde o caixa.
- Ele não me parece nem um pouco perigoso!
- E realmente não é!
- Então, por que você colocou o cartaz?
- Porque antes todo mundo pisava nele

                                        
                                            
                                                            
Entrou um cara naquele bar do interior. Levava o cão ao lado. Enquanto pedia o café, um freguês comentou:
- Que cachorrão!
- Campeão do Mundo! - respondeu o dono.
- Campeão de que?
- De luta de cachorro! Não tem para ninguém. Ganhou todos os prêmios.
- Acho que não! - respondeu uma vozinha lá do fundo.
- Que isso! Aposto dez mil reais! - retrucou o dono.
O que havia falado se adiantou e disse:
- Tenho um compadre que mora aqui perto e acho que o seu cão não ganha do dele não. Quer apostar assim mesmo?
- Manda vir!
Meia hora depois, veio um cão magrinho, um tal de Fifiu.
- É essa droga aí que vai vencer o meu Totó?
O pessoal fez a roda. O dono do campeão mal podia segurar o cachorro e o cãozinho do outro nem aí, não dava a mínima. Fizeram as apostas, os bichos foram soltos, o campeão partiu para dentro do Fifiu, que abriu um olho, levantou a pata e - vapt! - deu uma porrada no campeão, que caiu mortinho na hora.
- Ohhhhh!!!! - fez todo mundo.
O capiau, dono do Fifiu, passou a mão na gaita e teve até a dignidade de nem gozar com o desafiante. Quando já ia se retirando com o Fifiu, o dono do cachorro vencido correu atrás dele e disse:
- Quanto o senhor quer por este cachorro?
- Vendo não, é de estima!
- Então me diga como o senhor conseguiu esta potência? É de que raça?
- Sei não - disse o matuto - Já tô com ele há alguns anos. Peguei ele noutra cidade. Tinha lá um circo que ia fechar, o dono do circo deu o bicho para mim, cortei a juba dele e guardei lá em casa.