Amiguinhos Amados

domingo, 25 de junho de 2017

Bichinhos - Domingo no "Arraiá"



Nosso Domingo no "Arraiá" do Clube Germania estava animado.
Muita música, comidinha gostosa, bate papo.
Luiza aproveitou e pintou por lá.
Obrigada Lucia pela boa companhia.

Linda nova semana para todos.
Um forte abraço de
Verena e Bichinhos.
 




quinta-feira, 22 de junho de 2017

Bichinhos - Tal cão, tal dono

Estas fotos me fizeram sorrir, espero que vocês tenham gostado.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Bichinhos - O Inverno chegou!!!


Um abraço demorado de
Verena e Bichinhos


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Bichinhos - Os Bichinhos convidam...

Os Bichinhos convidam você a participar da Brincadeira
Se desejar, deixe nos comentários uma frase sobre a imagem acima.
Obrigada, desde já.
Eis a nossa participação:
PODE DEIXAR, AMIGUINHO
ESTAMOS JUNTOS PARA O QUE DER E VIER

Bichinhos - Abençoada Semaninha!

Abençoada semaninha para todos!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Bichinhos - Pense nisso...

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceite com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai, e uma carroça vazia.

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça esta vazia, se ainda não a vimos?

Ora, respondeu meu pai. é muito fácil saber que uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz. 


Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura, propotente, interrompendo a conversa de todo mundo e, querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo: "Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz..."

Pense nisso...

AUTOR DESCONHECIDO 

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Bichinhos - Alegres Momentos

 Alegres Momentos marcaram  nosso Fim de semana.
No sábado tivemos o "Arraiá" da nossa netinha.
Ela pintou muito por lá...rs
No domingo agradável passeio com direito a delicioso churrasco.
Foi tudo de bom!
Desejamos a todos uma excelente semana.
Um abraço apertadinho de
Verena e Bichinhos.

A vida sem alegria e diversão é uma vida de dor
Fábio Roberto (Laguna)

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Bichinhos - Apareceu a Margarida, digo, o Verdinho

Para tranquilizar a Juja, que estava ansiosa para saber do paradeiro do amiguinho Verdinho AQUI,
trago hoje o recado deixado, no Face, pela amiga Silvana:
Olá pessoal:
Passando pra dar notícias do VERDINHO.
É o seguinte, ele ainda está comigo...mas já vai bater asas e voar pra outra aventura.
Inicialmente havia combinado enviar para SONIA DA SILVA TOLFO, entretanto a  JANICE JAN- que mora aqui em Curitiba também, me pediu pra passar a ela.
Então ele voa daqui de casa, direto para a Jan e depois segue para a Sonia, ok.
Bjokas.:
Sil


Verdinho é bem sapeca
De certo encontrou uma Verdinha
Vai com ela namorar?



domingo, 4 de junho de 2017

Bichinhos - Para refletir

Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás. Eram elas, um cavalinho e uma borboleta

Na verdade, não tinham praticamente nada em comum, mas em certo momento de suas vidas se
aproximaram e criaram um elo. A borboleta era livre, voava por todos os cantos da floresta enfeitando a paisagem. Já o cavalinho, tinha grandes limitações, não era bicho solto que pudesse viver entregue à natureza.

Nele, certa vez, foi colocado um cabresto por alguém que visitou a floresta e a partir daí sua liberdade foi cerceada. A borboleta, no entanto, embora tivesse a amizade de muitos outros animais e a liberdade de voar
por toda a floresta.

Gostava de fazer companhia ao cavalinho, agradava-lhe ficar ao seu lado e não era por pena, era por companheirismo, afeição, dedicação e carinho. Assim, todos os dias, ia visitá-lo e lá chegando levava sempre um coice, depois então um sorriso.

Entre um e outro ela optava por esquecer o coice e guardar dentro do seu coração o sorriso. Sempre o cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso.

Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo, mas isso nem sempre era possível por ser
ela uma criaturinha tão frágil. Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para visitar o seu companheiro.

Ele nem percebeu, preocupado que ainda estava em se livrar do cabresto. E vieram outras manhãs e mais outras e milhares de outras, até que chegou o inverno e o cavalinho sentiu-se só e finalmente percebeu a
ausência da borboleta.

Resolveu então sair do seu canto e procurar por ela. Caminhou por toda a floresta a observar cada cantinho onde ela poderia ter se escondido e não a encontrou. Cansado se deitou embaixo de uma árvore.

Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali. -Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu. - Ah, é você então o famoso cavalinho? - Famoso, eu?

É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você. Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?

- É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos. - Nossa, mas era justamente dela que eu estava falando.
Não ficou sabendo?
Ela morreu e já faz muito tempo.

- Morreu? Como foi isso? - Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho, assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.

Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo, mas ela jamais contou a ninguém.

Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.

Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento. - Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.

Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda, foram tantos os coices que ela recebeu
desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas, depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu.

- E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias? - Não, todos os animais da floresta quiseram lhe avisar, mas ela disse o seguinte:
"Não perturbem meu amigo com coisas pequenas, ele tem um grande problema que eu nunca
pude ajudá-lo a resolver.
Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui."

Você pode até aceitar os coices que lhe derem quando eles vierem acompanhados de beijos, mas em algum momento da sua vida, as feridas que eles vão lhe causar, não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.

Quanto ao cabresto que você tiver que carregar durante a sua existência, não culpe ninguém por isso, afinal muitas vezes, foi você mesmo que o colocou no seu dorso, OU PERMITIU QUE FOSSE COLOCADO.
FONTE: GOOGLE